A cultura industrial se desenvolve no plano do mercado mundial. Daí sua formidável tendência ao sincretismo-ecletismo e à homogeneização, seu fluxo imaginário, lúdico, estético, atenta contra as barreiras locais, étinicas, sociais, nacionais, de idade, sexo, educação; ela separa dos folclres e das tradiçoes temas que ela universaliza, ela inventa temas imediatamente universais

Edgard Morin, A cultura de massas no século XX, Neurose, p. 44, 1997.